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domingo, 3 de novembro de 2019

A ENTREGA

Elias Braganca 18 de agosto · A ENTREGA: Ouvimos todos os dias e aprendemos que tudo aquilo que propomos a fazer precisamos dedicar se, precisamos nos entregar. isto nós ouvimos dos técnicos esportivos e de torcedores. O jogador precisa se entregar, o time precisa se entregar, e aquele que não se entrega sai da equipe, e quando menos ruim vai para o banco de reservas. Mais também ouvimos isto quando entramos em um relacionamento amoroso, ou somos admitidos para ocupar uma vaga no emprego. Mais precisamos entender que esta entrega acima descrita se faz necessária mais que quando não se cumpre ou dá errado vai ferir duas partes, ou seja é uma relação bilateral. E como se diz por aí, um amor se cura com outro amor, e no caso do emprego se não deu certo a relação, o empregado busca outro emprego, e o patrão busca outro empregado para substituir o que se foi. E o que mina estes relacionamentos ? É a falta de confiabilidade, é a traição, ou a incompatibilidade profissional ou de relacionamento. Mais quando se traz isto para o campo politico e administrativo a coisa se complica. Pois aí trata se de entregar um patrimônio que não é seu, e não se trata de relação bilateral, pois aí se trata de patrimônio público de caráter multilateral e coletivo. E isto tem acontecido com frequência em governos que não tem compromisso com o bem público e com a coletividade. Então estes ditos governantes sem compromissos com a nação e sua coletividade começam a minar os pontos estratégicos de governo, das instituições e da economia para denigrir a imagens de todas estas citadas para assim passar para a sociedade uma imagem de marginalização destes fatores para começar a entrega. Vejamos. O que se observa com maior clareza é o ataque as estatais, dizem que elas não dão lucros, que são deficitárias, e etc.. ai vem a questão, para que a estatal precisa mostrar lucro liquido se este lucro não tem dono, e por quê elas não apresentam estes lucros líquidos ? simples assim. pois estes lucros são revertidos a sociedade em forma de benefícios tais como escolas, faculdades e universidades, serviços de saúde e etc...E quando ela reverte estes lucros em benefício não estão fazendo nem um favor, apenas exercendo o papel de "estado" e retribuindo a comunidade as maléficas que estes empreendimentos trazem a esta sociedade com problemas ambientais, de poluição, na mobilidade urbana, e que todos estes transtornos refletem de forma negativa na saúde física e emocional desta população, e quanto investimento na educação trata se simplesmente a formação profissional para suprir a necessidade deste mercado, e não para formar cidadãos. E outro fator negativo e temerário que eles cometem é entrar no ciclo vicioso, pois existe dito popular que diz que pobreza gera pobreza, e riquezas geram riquezas. Em governos de caráter entreguista como o de FHC e do atual, o que se ouve. É, não temos dinheiro. Aí não se constrói nada, não se produz nada, não se comercializa nada,não gera empregos e cai os índices de arrecadação do estado que dele precisa para sustentar a maquina administrativa, pois afinal o estado não pode fabricar dinheiro. E quando este ciclo é o VIRTUOSO, inverte toda esta situação. Pois é preciso girar a roda da economia. Elias Bragança Vitória - ES

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Nao é querer, é dever e obrigação