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domingo, 3 de novembro de 2019

CATÁSTROFES HISTÓRICAS

Elias Braganca 19 de junho · Elias Braganca 16 de junho CATÁSTROFES HISTÓRICAS "TRAUMAS DO PRESENTE". Se buscarmos no cinema, na arte, na musica encontraremos traumas do passado, como o filme "trauma da infância" da diretora PAMELA ROMANOWSKI. Mais interessante que no BRASIL estamos vivendo o trauma do presente. Eu por exemplo, desde meados do ano 2018 não convido ninguém para amizade "virtual" , com medo de convidar CRISTÃOS EVANGÉLICOS, e a esses eu causar decepções por eles terem que ouvir o que digo, ou ler aquilo que escrevo, como me decepciono quando aceito uma solicitação sem saber de quem é, e este dito cujo é um CRISTÃO EVANGÉLICO e eu ter que ouvir suas besteiras, ou ler o que ele tenta escrever. E por que este período TRAUMÁTICO em nossa nação ? trata se um fenômeno histórico e impar, nunca visto em outro lugar na história da humanidade, trata se de um momento de "cegueira" coletiva, cegueira esta introduzida pela mídia capitalista, e por lideres EVANGÉLICOS CRISTÃOS. Nossa nação passou por um momento "triste da história" com uma ditadura MILITAR, cruel e impiedosa, ditadura que deixou nosso PAÍS quase ano luz ao atraso se compararmos com outras nações que não possui as riquezas e os potenciais de um povo. Gostaria de pensar, neste espaço, características deste gesto testemunhal enfatizando algumas das aporias que o marcam. Neste período de 1962, a 1985, vivemos momentos de violências por parte do ESTADO, pobreza, miséria, opressão, e assassinatos dos que precisavam ter voz, e estranho que uma parcela da sociedade clamam pela volta de tal brutalidade. Eu, e as pessoas que tem um "pouquinho" de conhecimento, e que vivemos aquele período "traumático" e a cena testemunhal de tal período não é de modo algum estranha aos profissionais da área da psicologia e decerto ou muito o que vou apresentar é bastante familiar a vocês. em certo sentido podemos ver a cena psicanalítica elementar, ou seja o paciente diante de seu analista , como uma cena testemunhal, trata-se de um sobrevivente daquele regime buscando a atenção e escuta de um outro , tendo em vista a construção de um país menos injusto. Isto sem contar a centralidade da noção de trauma em FREUD e na história da psicanálise, cuja história não tratarei aqui, mais é pressuposta , tendo em vista sua importância vital para entender a questão da narrativa do trauma . Visando um local de compromisso familiar a vocês e abordagem mais históricas ou filosóficas , e sem perder de vista um possível dialogo, decidi enfatizar algumas das problemáticas nascida da confluência entre a tarefa individual da narrativa do trauma e de sua componente coletiva. Dai a ênfase do título desta matéria na expressão "catástrofes históricas" . Nestas situações, como nos genocídios ou nas perseguições violentas em massa de determinadas parcelas da população, a memória do trauma é sempre uma busca de compromisso entre o trabalho de memória individual e outro construído pela sociedade. Elias Braganca Vitória - ES

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