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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

O POBRE. Ontem (Sábado) 09/02/2019, trabalhando pelas ruas e avenidas do município em que moro, por um momento tive que parar meu automóvel (ferramenta de trabalho) pois sobre min veio um sentimento de tristeza, de angustia, e de pobreza, não pobreza de dinheiro (não que eu o tenha) e nem de pobreza individual, mais foi um sentimento de pobreza espiritual, pobreza cultural, e de coletividade, não vemos mais aquela alegria nas ruas praças, ou avenidas, o que vemos é uma sociedade de "cara fechada", de "cara feia" que parece cheia de ódio e de rancor. E hoje (DOMINGO) 10/02/2019 ouvindo a MSN da conterrânea, amiga, e semeadora da palavra de DEUS, a Srª LECY de FREITAS, MSN esta que ela usa como base o livro de APOCALIPSE C 11, v 18, que fala sobre a auto destruição do "HOMEM". Esta MSN diz: E iraram - se as nações, E veio o tempo dos mortos. E a narradora cita a autodestruição humana causada pela ira e pela ganancia do homem, e a necessidade de cada vez produzir mais, ter cada vez ter mais. Depois da chamada "revolução industrial" . Então vejamos o seguinte, a narradora pregando a palavra de DEUS, vem ao encontro daquilo que nós socialistas e comunistas pregamos. Para quê a necessidade de produzir cada vez mais, e ter cada vez mais ?, ao invés de nos preocupar com a necessidade de ser cada vês mais. Ser mais gentis, mais sinceros, mais honestos, mais amorosos, mais humanos, mais tolerantes, e mais fraternos, e não ficar seguindo a cartilha que a industria e o capital escreveu. "Precisamos produzir mais, precisamos elevar o PIB" e etc.. Na ÁSIA existe um pequeno pais BUTÃO, de crédulo BUDISTA, que prega o seguinte: não precisamos medir o PIB (produto interno bruto) o que precisamos é medir o PIF (produto interno da felicidade). Gente, façamos um pacto, vamos tirar um tempinho de nosso dia para observar algumas sociedades que vivem em volta a este mundão. Vamos ver a sociedade de HAVANA, as pessoas calmas sentadas nas portas de casa, e sem carros nas ruas. Os moradores de PyongYang, os índios nas florestas, os Beduínos do ORIENTE, os ESQUIMÓS as populações do TIMBÉ, e os Ilhas Faroe, e vamos comparar com as populações das grandes metrópoles e fazer comparações de felicidades. Pq me sentir feliz preso por horas a um automóvel nas ruas e avenidas de uma grande cidade levando horas para chegar a meu local de trabalho, enquanto um cidadão do pais BUTÃO vai a pé, pois o trabalho está em sua porta. Pq me sentir feliz morando em um EDIFÍCIO erguido a base de ferros, concreto e vidros, mais não posso caminhar pelas ruas, não posso molhar meus pés nas águas que jorram pelas ruas e rios de minha cidade por quê estão todas poluídas, enquanto os índios moram em OCAS construídas com madeiras e SAPÊ, e desfrutam de toda a liberdade em sua reservas e rios. Por quê me sentir feliz se preciso estar dionoturnamente preocupado com a balança pois não posso ser gordo, nem magro. Tenho que seguir um padrão que a sociedade consumista me impôs. Enquanto as sociedades "primitivas" a própria natureza se encarrega desses controles. Penso eu que a sociedade está precisando colocar em pratica uma pequena, mais celebre frase. "precisamos aprender a valorizar o SER, e não o TER" Pois aqui nesta terra somos breves passageiros, e daqui não levaremos nada. E se não levaremos, por quê não nos esforçarmos para deixar algo ? Não se preocupar em deixar bens materiais, e sim deixar algo que possa te eternizar por seus legados, como fizeram grandes personalidades como ARIANO SUASSUNA, GILBERTO FREIRE, DARCY RIBEIRO, RUBEM BRAGA, E ANITA GARIBALDI. Elias Braganca Vitória - ES.

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Nao é querer, é dever e obrigação