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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

ÔÔÔ "NICOLANDIA" O QUE DIREI DE TÍ ? Pois te confesso, falar de você. é tão difícil quanto falar de mim. Não que eu seja importante e imortal como você. É que a distancia e o tempo (quase meio século) que a gente não se ver. É fácil falar de NY YORK, de LONDRES, ou de PARÍS, pois estas metrópoles estão rotineiramente no noticiário, estão na "IIKIPÉDIA" na 'ENCICLOPÉDIA" , nas artes, na música, no cinema, no teatro e nos porões. E você NICOLANDIA, onde estás ?, estás apenas em nossos pensamentos e em nossos corações. Quando me perguntam sobre NY YORK falo de suas riquezas , e de suas belezas naturais, mais também falo de suas injustiças econômicas e sociais. Se me perguntam por LONDRES, falo de BIG BEM, falo da monarquia, da neblina, de seus maravilhosos ônibus e cabines telefônicas todos pintados de VERMELHO. E de PARIS ?, falo de torre EIFFEL, do rio SENA, de CHARLES DE GAULLE, e da CHAMPS ÉLYÉSES . Êêê NICOLÃNDIA , o que falares de você ? Quando me perguntares sobre suas florestas, seus rios, perguntares sobre nossos empregos, SERRARIAS, OLERIAS, nossos ARROZAIS, nossos MILHÁRAIS, e nossos CAFEZAIS ?. Me perguntarem sobre seu comércio infervescente dos anos 60. Lojas de TECIDOS, de MERCEÁRIAS, e de FERRAMENTAS, Maquina de beneficiar ARROZ, é CAFÉ, suas PADARIAS, ALFAIATARIAS, SAPATARIAS, E MARCENÁRIAS, o que direi de tí ? . Terei que mencionar um questionamento "afirmativo" do PROFETA ISAÍAS. Poderás uma mãe esquecer um filho gerado em seu próprio ventre ?. Mais mesmo que isto aconteça, Ô NICOLANDIA, jamais esquecerei de tí. Elias Braganca Vitória - ES.

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Nao é querer, é dever e obrigação