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domingo, 23 de fevereiro de 2020
PERTO DO FOGO.
Cantou Rita Lee, perto do fogo, como faziam os Hippies perto do fogo.
E é esta utopia que boa parte da humanidade buscam, é a utopia de abandonar o atual modelo aplicado no planeta, o modelo do individualismo, do materialismo, e do consumismo, e adotar um modelo onde a preocupação passa a ser a do coletivo, onde a humanidade poderá andar de mãos dadas, um modo onde a regra será o bem comum, será a coletividade, será a simplicidade, e o fim da correria em busca do ouro, pois este não terá mais valor. Será o momento da PAZ, pois como cantou JHON LENNON em imagge (imagine) não haverá motivos para matar, ou para morrer.
O momento que a humanidade vive, é um momento absurdo e crucial.
É um momento em que o homem é explorado de todas as formas, e sem perceber. Pois ele para conquistar seus objetivos individuais materiais como casa, automóvel, e outras "ninharias", ele é estimulado a trabalhar cada vez mais, é incentivado a mostrar que ê melhor do que os outros para alcançar a "meritocracia", através de estimulos como o melhor do ano, premio goldem, e outras formas de exploração, e assim passa a viver cada vez menos. Isto o viver menos ou mais, não se trata da quantidade, e sim de qualidade; e neste momento ele é explorado no trabalho.
E tudo isto pra quê ? Para valorizar o individuo, isto ê para mostrar que ele é melhor que o colega de trabalho, melhor que o vizinho, que ele possa ter a casa mais bonita da rua, na garagem desta casa um automóvel de preferência melhor que o carro do vizinho
Só que na hora de adquirir o sonhado "patrimônio" ele foi explorado pelo sistema financeiro que também é proprietário dos grandes aglomerados empresarais, aqueles mesmos que o explorou no trabalho.
E tudo isto para que este cidadão que não tem tempo para viver, não tem tempo para sua família, possa dá o luxo que sua esposa leve de automóvel os filhos até a escola que está a 500 metros de sua casa, e aos domingos conduza a família até a igreja que distancia de sua casa uns 200 metros.
Por quê não fazer como os índios, e estar perto do fogo e queimar sua "erva" ?.
Eu quero estar perto do fogo.
Interessante que quando somos chamados para a realidade deste momento, e tomamos conta de que tudo isto é passageiro, que desta vida não levaremos nada, pois nunca se viu caixão com cofre, e nem defunto ser transportado em carro forte, e pensamos que tudo vai acabar. Mais não vai acabar nada.
E enquanto isto não acaba, e nós ainda em vida, nos sobre vem o opróbrio e o flagelo nós nos olhamos e perguntamos.
Por quê eu não estive perto do fogo?, pois agora o momento está chegando.
E chegará para todos, pois a instituição mais justa e democrática criada por DEUS, é a morte.
Para ela não tem idade, gêneros, cor, raça, religião ou posição social, diante dela somos todos iguais.
Elias
Bragança
Vitória - ES.
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